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O primeiro emprego de 10 presidentes de grandes empresas

  • em 14 de agosto de 2013 ·
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O primeiro emprego de 10 presidentes de grandes empresas

 

De Office-boy a empreendedores. Da infância ao MBA. Muitas vezes nos inspiramos em profissionais de sucesso para gerir a carreira profissional que queremos, mas você sabe qual foi a trajetória deles?

Veja qual foi o primeiro emprego de grandes executivos de empresas importantes que atuam no Brasil.

 

Alessandro Carlucci – Presidente da Natura

Começou como Trainee da própria Natura, em 1989. Antes ainda foi DJ e posteriormente passou pela área de vendas e marketing e foi diretor de operações internacionais na Argentina, Chile e Peru.

 

Pedro Pullen Parente – Presidente da Bunge Brasil

Vendedor de coleção de livros, aos 14 anos, em uma empresa da família. Seu primeiro emprego efetivo foi como auxiliar de escrita no Banco do Brasil.

 

Antonio Cássio dos Santos – CEO da Zurich Seguros para a América Latina

Já foi vendedor de coentro em feiras populares, cortador de fios para montagem de rádios AM/FM, lavador de carros e catador de metais e papelão nas ruas de São Paulo. Começou a trabalhar aos 9 anos e aos 14 anos já conquistava seu primeiro emprego efetivo como Office-boy, passando a escriturário, analista, gerente, diretor e presidente.

 

Chieko Aoki – Presidenta da Blue Tree Hotels

Aos 18 anos começou a trabalhar como secretária bilíngue.

 

Theo van der Loo – Presidente da Bayer Brasil

Começou a carreira aos 24 anos como management trainee, logo após terminar seu MBA. Tornou-se gerente de produtos, sendo transferido para a filial da Schering-Plough em Miami para atuar no mesmo cargo, cuidando de toda América Latina.

 

David Neeleman – Presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras

Fundador e CEO da Azul Linhas Aéreas Brasileiras começou sua vida profissional vendendo pacotes turísticos para o Havaí junto com seus colegas de faculdade. O negócio deu tão certo que David foi convidado para trabalhar na Morris Travel, uma agência de viagens em Salt Lake, em Utah, nos Estados Unidos. Logo após fundou a companhia aérea Morris Air, pioneira na venda de E-tickets e a Live TV. Contribuiu também com a Open Skies, que administra receitas, recursos e reservas de viagens, com base na internet. Liderou a WestJet, uma das maiores empresas aéreas do Canadá e fundou a JetBlue nos EUA. Em 2008 criou a Azul Linhas Aéreas Brasileiras.

 

Eduardo Sirotsky Melzer – CEO do Grupo RBS

Aos 18 anos foi estagiário em um banco e com pouco mais de 20 anos começou a empreender com uma franquia de doces importados inédita até então no Brasil. Deixou os empreendimentos de lado para fazer um MBA em Harvard, assumindo logo após o desafio de ingressar na empresa de sua família, a RBS.

 

Reginaldo Zero – Presidente da Fidelity Processadora

Técnico em contabilidade, ingressou como analista financeiro na Singer Sewing Machine Co. aos 19 anos. Em contato com os americanos da empresa e falando um pouco de inglês, aprendeu  técnicas de preparação de orçamentos, análises financeiras e de operação de tesouraria, cujos princípios são aplicados até hoje. Foi gerente de custos, auditor interno e controller de uma empresa adquirida pela Singer, tornando-se CFO com apenas 26 anos.

 

Silvio Barone Jr. – Presidente da SIL

Aos 17 anos começou a trabalhar em uma revenda de material elétrico. Na revenda diz ter feito de tudo: atendia aos clientes no balcão, conferia material, preenchia notas fiscais à mão, pois ainda não havia computadores. Depois foi trabalhar na parte administrativa, de cobrança e recursos humanos. A loja foi um embrião da SIL, empresa a qual é presidente atualmente.

 

Gilberto Grosso – CEO da Avant

Com apenas 13 anos pediu para sua mãe que preparasse uma cesta de verduras e saía com um irmão mais novo para vender na vizinhança. Foi ainda ajudante em uma quitanda, em uma loja de baterias de carro, entregador em um armazém e office boy de um escritório. Foi vendedor de assinaturas do jornal O Regional, de Catanduva e logo em seguida repórter no próprio jornal. Atuou em outras áreas e em grandes empresas, como Senac, Nestlé e Philips do Brasil, até chegar na Avant.

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