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Índices para o varejo são expressivos para as PMEs

  • em 9 de maio de 2014 ·
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Índices para o varejo são expressivos para as PMEs

Gigantes varejistas têm tido altos e baixos no comércio, o que pode ser constatado pelos acontecimentos do primeiro trimestre: estimativas insatisfatórias ou medianas e crescimento com pouco destaque. Por isso, diversos empresários têm olhado atentamente para o setor a fim de avaliar o mercado e suas projeções. Diante desse cenário, como devem agir pequenas e médias empresas (PMEs) do setor?

Para as pequenas e médias empresas que atuam no setor de varejo e atacado, os índices que analisam o comércio são ainda mais representativos, pois todos indicadores têm gerado uma crescente preocupação dos consumidores com o custo das compras. O ritmo do faturamento das PMEs é ditado pelo mercado interno, assim, em momentos como esse, acompanhar o comportamento da economia brasileira, gerar confiança nos consumidores e estabelecer valores competitivos no mercado são iniciativas essenciais.

Esse é um mercado que precisa se reinventar, adotando novas tecnologias capazes de auxiliar no seu crescimento. Realizar a gestão financeira da empresa também é de suma importância para a área do comércio. Para estar à frente dos concorrentes, é necessário que toda empresa esteja alinhada, com informações integradas; o que pode ser obtido com o ERP PrimeStart. Com essa inteligência tecnológica, o gerenciamento do estoque e o controle financeiro de uma pequena ou média empresa do varejo se torna efetivo.

Durante o primeiro trimestre, o setor de comércio fechou suas atividades apresentando um desempenho mediano. De acordo com o apontamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o cenário do comércio no segundo trimestre do ano apresentará encarecimento do crédito, alta nos juros e crescimento de vendas a prazo.

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) também apontou uma queda na média do trimestre, o que em certa medida é preocupante, uma vez que em relação ao ano anterior essa queda também apresenta diferenciações (Icom de abril de 2014).

Diante desse cenário, cabe às PMEs terem o olhar voltado para a gestão, a inovação e a criatividade, já que o consumidor atual é atraído pelo que é confiável, diferente e inovador. Talvez assim, seja possível alcançar as projeções que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou no início do ano, onde estabelecia crescimento de 5% a 5,5%.

 

Adaptado via Adminstradores

 

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